Não é uma exclusividade minha. Muito menos sua, para dizer a verdade.
É de todos nós.
Principalmente de nós.
É um problema muito sério envolvendo números – na verdade, todos os problemas sérios envolvem os números.
E acho que isso faz parte de uma vida no melhor estilo montanha-russa. Não se sabe quando virá a próxima descida, nunca se sabe quando vira a próxima subida e nunca se deixa de ter aquele frio na barriga.
Acontece uma vez no mês. É eu.... e ela.
Nos encaramos por um longo tempo, antes que eu sequer possa tomar uma iniciativa.
Ela sempre permanece em silêncio – é sempre assim.
Eu não subo, ela não fala.
O que, de certa forma, é um tanto justo.
Mas eu sempre acabo me rendendo e ficando apenas de meias – mais alguns segundos. Os tais dos números novamente.
Houve um dia que meu número era 112.
Hoje? Meu número é bem menos. Trinta menos, para sermos sinceros.
Mas, mesmo assim, eu e ela travamos uma guerra.
Uma guerra que envolve números e suor.
E alguns gritos.
E muitas risadas.
Feliz mesmo são os elefantes que podem ser os maiores, mesmo sem saber seu peso.
E, de qualquer forma, serão sempre leves.
Porque não há números em sua vida – ah, não;
Com certeza não há.


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